Das últimas teorias que me recordo de ler, tudo é política e o homem é um animal político por excelência. Ou será apenas partidário porque, por muita boa vontade que haja, há sempre esta ou aquela peça, roda dentada, que não se encaixa na maquinaria, sobretudo depois de esta última ter sido desmontada para se verificar de que é feita, produzindo aquele som estridente, o urro da máquina em vias de gripar?
Um ser apolítico é político também, apenas não se vendo a funcionar no contexto de uma das máquinas de convicções supra-erro já fumegantes, lançadas a todo o vapor, pouca-terra, pouca-terra [e movidas pelo pavor?]. Procura uma outra mecânica gregária, talvez menos poluente, mas definitivamente de movimentos harmónicos com o óleo que lhe corre nas veias. É errado procurar novos partidos, mesmo se se nunca forem encontrados?
[Conservar a ideia em álcool, o melhor partido de um conservador]
[Re-discutir com o Rui]