Ah, tudo na mente!
Tudo em cada mente,
tudo um nada coerente,
surgido de um cada nada,
esse nada que cada somos
no tudo em que pensamos.
Ha, ha! O tudo nada mente!
Demente?
Em que repente
se faz do nada tudo
um nada consciente?
De repente, tudo em nada
fica.
Vá,
porque mente a mente?
- lentamente,
oh, suave mente... -
Mas por que mente
se chega ao tudo de nada
nado se o tudo nada
sente?
Rente,
mas não em tudo;
por quase nada,
tudo impaciente.