Dar a última palavra, sabendo já dar o último silêncio.
Amar a multidão como Leonard Cohen, a mesma que nos tenta derrubar da cadeira, com o seu mau hálito, segundo Ernest Hemingway.
Contar histórias como Haruki Murakami, sem a sua subliminar agenda gnóstica.
Dar um argumento com anzol aos crentes em vida depois da morte, pois o vapor é a morte da água.
Estabelecer uma fronteira entre o público e o privado.
Errar com o espírito certo.
Apreender o tanto a não aprender.
Compor um haiku memorável.
Recordar-me de todas as coisas que ainda não aprendi, sabendo já esquecer as que soube.