Tuesday, 3 May 2005

Reflexo de um Café Atlântico – Parte II

E sua ciência foi descortinar o belo

Debaixo de tanto sujo

Onde a vida lava a roupa

 

E sua sapiência foi enternecer-se

Com isso tudo

E não apenas com o que

 

É sua aparência

Pois não se chama tesouro nem tesoiro

Ao que jaz na superfície da lama