Na generalidade, um cidadão do Brasil termina um reply com abraços ou beijos, consoante o alvo (mesmo que por vezes desejasse deixar beijos em vez de abraços e vice-versa e versa-vice, isso não importa aqui), e assina.
A diversão na minha mente começa ao imaginar uma conversa real com um deles, e que seguisse esses mesmos moldes.
António: “Olá. Como vai isso?”
Brasileiro anónimo chamado Fagundes: “Tudo legal, Antônio! Hoje estou sentindo vibrações positivas! Abraços. Fagundes.”
António: “E vai à praia?”
Fagundes, ainda anónimo e brasileiro: “Eta! Se vou, amigo Antônio! E vou correndo! A Mona Lisa vai comigo, cara! Abraços. Fagundes.”
António: “Mona Lisa? Você vai com um quadro?”
Fagundes, saindo do anonimato e preparando os seus golpes de capoeira: “Pô, Antônio! É quadro não! É minha amiga e amiga da Prima Donna! Abraços. Fagundes.”
António afasta-se para não abrir mais a boca e dizer um outro disparate.
António, entrando no anonimato: “Diga olá para ela da minha parte...”
Fagundes, do outro lado do Atlântico: “Ela disse oi pra você. Beijos. Mona Lisa. Abraços. Fagundes.”